Esses dias ouvi a pergunta "quando você vai viajar de novo?" duas vezes e um tempo atrás também que eu deveria fazer uma nova viagem. Mas é uma dúvida que eu mesma tenho e procuro a resposta.
Curioso que como passei a viajar pro exterior todo ano, é natural que surja este questionamento. É bom pra mim e pra quem vai ganhar coisas legais compradas na viagem. =)
Viajar para blogar
Já faz 3 meses que estou me dedicando a meu blog de viagens, o 3, 2, 1... Viajando!. Viajar, portanto, virou trabalho também. O blog é mais um motivo para conhecer novos lugares, inclusive novos restaurantes, cafés, comidas. E isso é ótimo! Pode não parecer, mas adoro comer!
Aonde ir?
A lista de países e cidades que quero visitar é um pouco extensa. =P
Tenho uma certa fixação por capitais. No Brasil, quero mais conhecer o Sul - Porto Alegre. Daria pra emendar Gramado, que conheci quando pequena e já não lembro mais como é. No inverno, lá tem frio e chocolate! hehe
Belo Horizonte e Brasília também tenho curiosidade de conhecer. E o Rio de Janeiro, apesar de hoje em dia não ser mais fã de praia.
Lugares no exterior é o que mais tem na lista. Já coloquei Itália há uns anos e adivinha pra quê? Além de conhecer, comer, é claro! Inclusive quero aprender italiano antes de ir pra lá. Então talvez leve um tempo.
Canadá me parece um país legal pra estudar e até morar. É o paraíso das frutas vermelhas! Yummy! Nem conheço Vancouver, mas já sou apaixonada pela cidade!
Quero voltar pros Estados Unidos, conhecer Nova York, Miami, Los Angeles... Quem sabe passear na Disney de novo?
Voltar pra Espanha também, porque não conheci o Sul, nem o Norte.
Na Alemanha, conheço praticamente só um pouco de Berlim, de que gostei bastante. Muita história!
Na Áustria, mal posso dizer que conheci Viena... Não visitei o que parecia mais interessante pra mim, o Palácio de Schönbrunn. Como foi um passeio de tour, só deu tempo pra foto na frente. =/
Holanda e Bélgica também. Inglaterra é um destino clássico.
China, Coreia do Sul... Voltar pro Japão!
Gostei do Chile, também quero voltar. Quero conhecer o Valle Nevado!
Quase fui pro Peru no ano passado. Tá na lista.
São muitos lugares, não sei se esqueci algum.
Por que não fui (ainda)
Com o dólar alto, é um desafio viajar, mesmo dentro do Brasil. Afeta todas as empresas relacionadas a turismo. Encarece tudo. Se por aqui já é complicado, imagine pagar tudo da viagem em dólares ou euros? Ou em outra moeda que será convertida pra dólar na fatura do cartão de crédito que ainda tem quase 7% de imposto?
O jeito é viajar de uma forma econômica. E por enquanto não descobri como seria melhor. Dá pra pagar passagem com milhas, trabalhar em troca de hospedagem e até mesmo refeições... Estou numa fase de pensar em ideias, alternativas. Mesmo porque a vontade de viajar já faz parte de mim, aumenta a cada dia que passa desde minha última viagem.
Por isso, agora não tenho a resposta pra pergunta que dá o nome para este post. Fico inquieta, ansiosa. Quando vou viajar de novo?
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015
terça-feira, 14 de abril de 2015
Se...
Se...
Se ainda fosse criança,
brincaria todos os dias
Se fosse adolescente,
Se fosse adolescente,
passaria o tempo com as amigas.
Se fosse universitária,
aprenderia tudo o que fosse possível.
Se fosse adulta,
beberia café todos os dias.
Se fosse madura,
usaria minha experiência para ensinar aos outros.
Se fosse empresária,
trabalharia com viagens.
Se fosse trabalhar em fábrica,
moraria no Japão.
Se fosse fazer um mochilão,
ficaria um bom tempo na Europa.
Se fosse escolher outra faculdade,
teria estudado Direito.
Se fosse famosa,
seria escritora.
Se fosse uma estrela,
seria uma cadente.
Se fosse heroína,
teria poderes.
Se não fosse como é,
não escreveria este poema.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Brasileira! - Parte 6
Passei por mais um capítulo da saga. Desta vez, no Japão.
Nos primeiros dias lá, não me sentia no meu "habitat". A impressão que tinha era de estar num grande e aberto Bunkyo ("Bunka kyokan", "centro de cultura" em português).
No começo, era natural que a maioria dos japoneses achasse que eu fosse de lá. Por isso, falavam comigo em japonês. Ficava desesperada, porque falavam muito rápido e não entendia nada. Quando não perguntavam algo, era um alívio, porque só sinalizava com a cabeça que OK ou dizia "hai" ("sim") pra pessoa prosseguir com o diálogo (quase monólogo) ou simplesmente ignorava a "verborragia". A tensão era grande quando surgia uma pergunta e não entendia. Claro que dizia com jeitinho que não entendo muito japonês e as pessoas, algumas não tão gentilmente, tentavam falar mais devagar ou reformular a frase.
Em alguns casos, logo percebiam que eu era estrangeira, porque algumas vezes eu gaguejava, e já se comunicavam em inglês comigo. Mas isso em poucos lugares bem turísticos, porque ainda a grande maioria dos nipônicos não fala inglês, até entendem, mas não conseguem conversar.
Passado um mês ou mais, pensei que seria melhor tentar compreender o que as pessoas falam, sem se preocupar demais com a velocidade que falam. Daí, percebi que era possível entender, mesmo que fosse por palavras-chave e pelo contexto da conversa. E comecei a ficar feliz comigo mesma, porque acabava de dar um passo à frente no aprendizado.
Assim, me senti à vontade para conversar, mesmo que o básico. Pessoas do comércio me perguntavam de onde era e ficavam surpresas em saber que sou brasileira. Alguns diziam que meu país é longe. E muitos disseram que sou jyouzu ("habilidoso") no japonês. Como sei que dois anos de estudo é pouco para se virar, agradecia o elogio e dizia que preciso me esforçar para aprender mais.
Na realidade, no geral, era mais difícil tentar se comunicar em inglês, porque conseguia me expressar bem, mas os japoneses não conseguiam responder no mesmo idioma. Não adiantava muito. Me via apenas com a possibilidade de usar o conhecimento básico de japonês, o que realmente funcionava. Além disso, percebi que os japoneses se sentiam muito mais confortáveis em falar a própria língua (assim como qualquer um), inclusive em conversas com meus amigos não descendentes. Até parecia que quando a interação já era iniciada em inglês, eles se sentiam ofendidos ou algo assim.
O que continua sendo um mistério é ainda pensarem que sou - ou poderia ser - chinesa. Pra mim, pelo menos, tenho cara de brasileira ou de, no máximo, japonesa. Em Okinawa, era até comum encontrar pessoas que falavam chinês. É verdade que lá existem muitos turistas sino descendentes. Talvez por isso deduzissem que eu também poderia ser mais um deles.
Por um lado, faz sentido pensar que sou japonesa. Tenho fisionomia de uma - e me vestia como uma. Mas algo que pode ser um detalhe pra maioria é justamente o que faz toda a diferença. O jeito de agir e os gestos. Se alguém for me comparar com uma nativa, logo verá que sou diferente dela e, portanto, não sou japonesa.
Para mim, o que falta não só aos japoneses, mas para as pessoas em geral, é ter este tato, ter uma etapa para se fazer esta análise e, assim, ter mais informações para se deduzir a nacionalidade de um indivíduo, além de se ter a oportunidade de se aprender sobre as diferenças de culturas que muitas vezes ficam nas entrelinhas.
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terça-feira, 26 de agosto de 2014
Uma reflexão sobre a vida
Desta vez, resgato um texto que conheci há alguns bons anos e é muito bonito. Talvez seja meu segundo favorito, o primeiro é um de Shakespeare.
"A vida" é de Henfil, Henrique de Souza Filho (1944-1988), que foi jornalista, escritor e cartunista brasileiro. Foi colaborador de diversos grandes jornais, publicou livros, esteve envolvido na política e trabalhou também com cinema, teatro e televisão. Henfil tinha hemofilia (uma doença que se caracteriza pela desordem no mecanismo de coagulação do sangue) e faleceu após contrair o vírus da Aids por conta de uma transfusão de sangue.
Boa leitura!
A vida
Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, um trabalho não terminado, uma conta a ser paga. Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei à conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem.
E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;
até que você volte para a faculdade;
até que você perca 5 kg;
até que você perca 5 kg;
até que você ganhe 5 kg;
até que seus filhos tenham saído de casa;
até que você se case;
até que você se divorcie;
até sexta à noite;
até segunda de manhã;
até segunda de manhã;
até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;
até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
até o próximo verão, outono, inverno;
até que você esteja aposentado;
até que a sua música toque;
até que você tenha terminado seu drink;
até que você esteja sóbrio de novo;
até que você morra;
e decida que não há hora melhor para ser feliz do que agora mesmo...
Lembre-se: felicidade é uma viagem, não um destino.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
O que queria ser quando crescer
Eis que venho reafirmar minha profissão dos sonhos da época de escola. Até uns anos atrás tinha vergonha de falar sobre isso, mas agora não mais.
Tudo isso começou no colégio, quando tinha uns 6 anos e precisei preparar um caderninho de formatura da pré-escola. E neste tal de caderninho eu precisava escrever qual a profissão que queria ter quando crescer. Lembro que cheguei a pensar durante uns dias e tirei uma conclusão, mas que - na verdade - não era exatamente o que queria fazer da vida.
E aí que registrei algo que ficou na memória escolar durante muito tempo, até me formar no colegial. E morrer de vergonha quando me chamaram para subir no palco e relembraram que uma vez disse que queria ser pipoqueira quando crescer. Isso foi motivo de piada durante tempo suficiente para me aborrecer. O que me consolava - em parte - era saber que outros coleguinhas tinham escolhido profissões esdrúxulas, como plantador de batatas.
Por outro lado, depois que passei para o antigo Ensino Fundamental e fui crescendo, tentava me conformar que - pelo menos - não queria ir de acordo com a onda, querer ser o que todo o mundo queria, como bailarina ou jogador de futebol. Até mesmo publicitário.
E hoje, pela primeira vez, quis revelar este desejo de criança, sem receio de ser alvo de brincadeiras ou risadas. Até achei legal ter provocado risos nos outros. Já que é para falar disso, sejam francos. Um deles até confessou que queria ser um super-herói. Como é bonito abrir o coração para as pessoas! (risos) Porém, outras se reservaram o direito de não falar, alegando que não lembravam ou não tinham preferência. Acho mesmo é que estavam com vergonha, assim como eu me sentia há um tempo.
Para não ficar descontextualizado, me expliquei. Argumentei que adorava a famosa pipoca doce vermelha que os moços/tios vendem no carrinho. Quando era criança, guardei na memória uma cena de grande felicidade - sair do parque no fim de tarde no final de semana, depois de pedalar e me exercitar, e ganhar um saquinho daquela pipoca. Era uma doce felicidade.
E assim devo ter escolhido esta profissão que proporcionaria às crianças a mesma alegria que eu tinha quando comia a pipoca doce. E quem sabe um dia meu antigo sonho evolua e eu me torne uma empreendedora?
domingo, 10 de agosto de 2014
Muitos "ados"
Sobre nossa vida atual...
Muitos "ados"
Estamos muitos estressados
Estamos muito atarefados
Estamos muito esgotados
Estamos muito desconectados
Estamos muito mal amados
Estamos muito desconcertados
Estamos muito despreocupados
Estamos muito despolitizados
Estamos muito desinformados
Estamos muito desajeitados
Estamos muito desrespeitados
Estamos muito desletrados
Estamos muito desidiomatizados
Estamos muito desregrados
Muito apegados
domingo, 8 de junho de 2014
Água é vida
A água é um recurso natural essencial para a sobrevivência humana. Algo que se estuda no período escolar e parece que é esquecido depois, uma informação importante que se perde no tempo. Além disso, nossa cultura parece ser aquela que só se preocupa quando a situação é grave e se está caminhando para um estado de alerta e esgotamento.
Os homens estão - de fato - chegando ao ponto de fazer o mundo acabar, o que também estudamos na escola e, muitas vezes, pensamos ser uma hipótese exagerada ou apocalíptica que - provavelmente - nem poderá se concretizar. Mas agora vemos que a realidade é (um pouco) diferente.
Vivemos tempos de vacas magras - ou, se preferirem, água escassa. Por isso, tenho duas críticas a fazer.
Campanha de conscientização
Nada seria mais sensato que promover uma campanha fixa de educação da população, explicando a importância da água e de economizar sempre que possível. Neste caso, vale o ditado: "quem guarda, tem".
Todos os pontos levantados como formas de poupar água - por conta do volume de água do sistema Cantareira que não para de baixar - são atitudes que as pessoas podem adotar como hábito. Assim, a questão não é informar como pode ser feito, mas criar hábitos sustentáveis.
Além de se tratar de uma campanha temporária, é tardia. Esperou-se até uma situação grave para se iniciar a divulgação de medidas para serem tomadas pelos paulistanos. Se existisse a educação, não seria necessária uma ação de emergência, não tão urgente assim.
Captação de água
Algo que foge de minha compreensão até agora é por que não se providenciou um projeto para captar água das chuvas. E, na verdade, é algo que deveria ter sido adaptado há anos, pois - diferente do esperado - não vimos as águas de março neste ano. Pelo contrário, vimos (e sentimos calor) e a água cair pelo ralo - literalmente.
Mesmo que não tenha chovido no último verão, a água da pouca chuva que tivemos já poderia ser considerada como reserva. Pouco, mas já é algo.
Futuro
Diante do quadro que enfrentamos agora, espero que esta questão seja levada em consideração e se torne uma discussão de maior amplitude e atenção.
Outros debates que envolvem água - como a despoluição do Rio Tietê e Pinheiros, o tratamento do esgoto e reuso da água - já são velhos conhecidos, porém, foram deixados para trás depois de o governo ter valorizado assuntos políticos, por interesses individuais. Os tópicos se apagaram da memória.
Reflexão
Para refletir, finalizo com um trecho do poema "O Cão Sem Plumas", de João Cabral de Melo Neto.
Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água,
da brisa na água.
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sábado, 5 de abril de 2014
6 de abril, Dia Mundial da Atividade Física
No dia 6 de abril, a Organização Mundial da Sáude comemora o Dia Mundial da Atividade Física. Em homenagem à data e a algumas coisas que venho observando, segue uma lista de dicas de saúde.
Note que não sou especialista no assunto, apenas listo algumas pequenas coisas que podem ser feitas no dia a dia, mas que podem mudar a vida para melhor.
Atividade física
- Pratique um esporte ou faça regularmente alguma atividade física, três vezes por semana, durante 45 minutos (corrida, esteira, bike, pilates ou até mesmo dança!). Lembre-se de se alongar ao terminar.
- Se não for possível, se fizer uma atividade de 15 minutos todos os dias já ajuda
- Sempre que possível, faça caminhadas - mesmo curtas - e suba as escadas fixas
- Se não for possível, se fizer uma atividade de 15 minutos todos os dias já ajuda
- Sempre que possível, faça caminhadas - mesmo curtas - e suba as escadas fixas
- O exercício aeróbico queima gorduras, além de desestressar e aumentar a disposição
- Uma atividade física moderada e regular melhora a capacidade cardíaca
- Uma atividade física moderada e regular melhora a capacidade cardíaca
Alimentação
- Não pule o café da manhã ou qualquer outra refeição
- Evite comer lanches, salgados e frituras no almoço
- Inclua frutas, legumes, verduras e peixe (evite carne vermelha) em sua dieta
- Inclua frutas, legumes, verduras e peixe (evite carne vermelha) em sua dieta
- Faça um prato com alimentos variados e coloridos. Quanto mais colorido, mais saudável.
- Evite bebidas durante as refeições
- Evite refrigerantes, prefira sucos ou água
- Evite doces na parte da noite
- Evite bebidas durante as refeições
- Evite refrigerantes, prefira sucos ou água
- Evite doces na parte da noite
- Evite colocar muito sal na comida e muito açúcar nas bebidas
- Beba 2 litros de água por dia
Descanso
Descanso
- Durma, pelo menos, um período de 6h por noite
- Se estiver cansado, descanse ou faça um exercício leve
- Se estiver cansado, descanse ou faça um exercício leve
- Descansar também é cuidar da saúde!
Espero que esta lista tenha ajudado! ;)
terça-feira, 4 de março de 2014
Novinha, mas nem tanto - Parte 2
Mais um aniversário se aproxima e as histórias se acumulam.
Começo de ano, começo de cursos e pessoas novas. E, na socialização, sempre surge a pergunta da idade. Quase ninguém consegue chegar próximo e a reação quando sabem quantas primaveras já vivi é a mesma: de grande surpresa.
Em um almoço, muitos pensaram que eu tinha 22 anos. Até quiseram ser simpáticos comigo e disseram que eu teria 19 anos. E, quando - enfim - desistem, digo quantos aniversários já completei e, na sequência, observo o impacto (risos).
Antes, até me incomodava o fato de as pessoas me acharem muito nova. Até continua sendo um pouco ruim profissionalmente, pois é mais trabalhoso provar o conhecimento e a credibilidade. Porém, de uns tempos para cá, encontrei uma forma de me divertir com isto: fazer com que as pessoas tentem adivinhar minha idade.
Chega a ser engraçado, porque - como geralmente ocorre com desconhecidos - a avaliação é feita pela aparência, que - no meu caso - engana, já que meus genes orientais me deram este "dom" de parecer mais jovem. E as pessoas começam a chutar, pois não têm outras referências para ajudá-las.
E, realmente, começo a pensar que será bom não aparentar ter 40 anos, mas com a condição de que continue saudável. De qualquer forma, vou manter o chá verde (um poderoso rejuvenescedor natural que adoro) em minha dieta...
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Mais um ano se passa...
E chega a fatídica hora em que fazemos o balanço do ano que passou e listamos nossas expectativas para o próximo!
Começando pelo blog, depois de apenas 9 postagens neste ano, completei 100 posts! É um marco, apesar de minha meta ser sempre aumentar o número de crônicas-desabafos aqui! Cheguei a ter alguns insights, mas não rendeu um texto para publicar ou a preguiça acabou falando mais alto.
No mais, a vida foi bem agitada.
Fui bem-sucedida (diga-se nos dois semestres) nos cursos de idioma (Japonês e Alemão). Descobri que a língua de minhas raízes pode ser difícil, mas - com dedicação - é possível aprendê-la. Descobri também que ainda gosto muito de estudar Alemão e que muitas coisas que vi um dia estão guardadas em algum lugar da minha memória.
Tentei participar das atividades de associações de províncias japonesas, de onde minha família veio. Mas - com a correria - deixei de lado, apesar de continuar a querer ajudar.
Viajei e conheci cidades em 3 países diferentes. Pratiquei bastante o Espanhol. Tomei coragem de ir sozinha. Tive a oportunidade de conhecer pessoas de culturas diferentes que nem imaginei que um dia fosse encontrar.
Ganhei novos amigos que em poucos meses já se tornaram especiais, mas me encontrei pouco (ou menos que gostaria) com os antigos.
Deveria ter feito mais academia e poderia ter gastado menos para poupar mais. Deveria ter tido mais paciência e ser mais extrovertida. Deveria ter me estressado menos. Poderia ter amado ainda mais.
Descobri que a família, mesmo com os conflitos, é importante e que devo passar um tempo com ela, principalmente com meus pais.
Talvez tenha falado demais e com sinceridade excessiva.
Talvez pudesse ter lido mais.
2013 foi um bom ano.
E torço por um 2014 menos caótico, estressante, emburrecedor, alienado, anti-ecológico. Por um novo ano com menos futilidades e mais preocupação.
Menos selvageria e mais respeito e amor.
Menos papel e mais praticidade.
Menos bens materiais e mais desapego.
Menos braços cruzados e mais esperança.
Menos Internet e mais livro.
Menos assassinatos à Língua Portuguesa e mais acertos.
Menos ansiedade e mais paciência.
Mais dinheiro e otimismo!
Menos ansiedade e mais paciência.
Mais dinheiro e otimismo!
E que seja um ano maravilhoso!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Homenagem poética a Manuel Bandeira
Começo este post com uma confissão, de que até me envergonho. Perdi muito do contato com as Letras, a literatura, a leitura, a escrita como lazer. Quando me lembro disso, fico um tanto abatida e um tanto decepcionada comigo mesma.
Infelizmente, acabei trocando o virar a página de papel por ficar conectada. Mas a tecnologia pode ajudar a estimular a leitura de outras formas, em celulares e tablets. Vamos ver se me adapto a este novo ler.
Após o desabafo, trago uns versos em homenagem a Manuel Bandeira (1886-1968), que um dia imaginou Pasárgada, antes uma cidade da antiga Pérsia e hoje uma cidade situada no Irã, como um lugar ideal.
E esta é minha homenagem poética bandeiriana!
Se pudesse, eu viajaria
A Pasárgada iria
E, de lá, não mais voltaria...
Quem sabe eu não escreva uma série em homenagem aos grandes poetas brasileiros?
Infelizmente, acabei trocando o virar a página de papel por ficar conectada. Mas a tecnologia pode ajudar a estimular a leitura de outras formas, em celulares e tablets. Vamos ver se me adapto a este novo ler.
Após o desabafo, trago uns versos em homenagem a Manuel Bandeira (1886-1968), que um dia imaginou Pasárgada, antes uma cidade da antiga Pérsia e hoje uma cidade situada no Irã, como um lugar ideal.
E esta é minha homenagem poética bandeiriana!
Se pudesse, eu viajaria
A Pasárgada iria
E, de lá, não mais voltaria...
Quem sabe eu não escreva uma série em homenagem aos grandes poetas brasileiros?
sábado, 28 de setembro de 2013
When September ends
Setembro já está perto de terminar, mas todo ano me lembro da música "Wake Me Up When September Ends", do Green Day.
A letra é meio tristinha, o clipe também é meio tristinho... Mas a música sempre se encaixa na minha realidade. E todos os anos. Só pelo fato de querer que setembro (e todo o semestre também) acabe logo e/ou a vontade de dormir e acordar apenas quando o mês tiver seu fim.
Para relembrar a música, seguem um trecho da letra e o link para o clipe:
"Here comes the rain again
Falling from the stars
[...]
Wake me up when September ends"
sábado, 2 de março de 2013
Hajimemashite
"Hajimemashite", em japonês, significa "muito prazer". Aproveito o início das aulas da língua japonesa para dividir aqui o que já aprendi. Fiquei tão animada que realmente achei que valeria um post. Estou mesmo emocionada! E continuarei seguindo os passos de Guimarães Rosa!
Vou me apresentar em japonês!
Hajimemashite.
Tatiana desu.
Watashi wa burajirujin desu.
Dozo yoroshiku
Watashi wa burajirujin desu.
Dozo yoroshiku
onegai shimasu.
Em português seria mais ou menos assim:
Prazer em conhecê-lo.
Sou a Tatiana.
Sou brasileira.
É um prazer conhecê-lo.
Estou me divertindo demais nas aulas, chego a ficar rindo sozinha!
E quem diria que iria gostar tanto de estudar a língua materna dos meus bisavós!
E quem diria que iria gostar tanto de estudar a língua materna dos meus bisavós!
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sábado, 26 de janeiro de 2013
Eu e a cultura pop japonesa
No fim do ano passado, me propus a fazer uma imersão na cultura japonesa, inclusive pesquisar sobre minhas origens. A jornada tem sido fantástica e - a cada nova descoberta - me surpreendo cada vez mais. As novidades se encaixam com os conhecimentos que já tinha e tudo faz mais sentido.
Antes disso, cheguei a ler mangás (quadrinhos japoneses), assistir a alguns doramas ("dramas", isto é, novelas japonesas) - que me mostraram um pouco do comportamento japonês -, animações lançadas no cinema (Toonari no Totoro, super fofo; e Ponyo, que estimula a imaginação de adultos também) e animes (leia-se "animês"), como "Full Metal Panic! Fumoffu" (muuuuiiito engraçado) e "City Hunter", meu atual vício.
A ideia toda de "City Hunter" é muito interessante. Apesar da característica marcante do protagonista, Ryo Saeba, um detetive particular de Tokyo que sempre busca ser contratado por mulheres, as trapalhadas rendem séries de risadas. Mas este anime não é feito só de comédia, tem momentos de drama (em que Ryo mostra que tem um bom coração) e ação, quando as habilidades do sweeper sempre se mostram superiores às dos inimigos.
A melhor parte, para mim, é que a cultura tradicional (alimentação e literatura, por exemplo) é inserida no contexto de forma natural, o que me parece incrível e me fascina.
Em um dos episódios, com que me emocionei pela linda história de um casal que teve se separar, foi citado um poema escrito pelo ex-imperador Sutoku (1119-1164), que faz parte da antologia poética Hyakunin Isshu e da coletânea de poesia tradicional Shika Wakashu (229).
われても末に 逢わむとぞ思ふ
"Se o hayami
Iwa ni sekaruru
Takigawa no
Waretemo sue ni
Awan to zo omou"
"The rushing rapids are divided by a rock
But further down the waterfall
I know the river will unite again"
Confesso que quando era adolescente, não tinha muito interesse na cultura japonesa. Na faculdade, como trabalhei diretamente com o assunto - aos poucos - passei a ter mais contato e aprender mais. Tenho quebrado barreiras e minha opinião é bastante diferente hoje. Até renderia um livro com o título: "Eu e a cultura pop japonesa - um grande aprendizado".
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sábado, 12 de janeiro de 2013
Ensinando a pescar...
"Se deres um peixe a um homem faminto, vais alimentá-lo por um dia. Se o ensinares a pescar, vais alimentá-lo toda a vida."
Lao-Tsé
Uma mensagem parecida com estas as palavras ouvi de uma amiga no ano passado. Acho que me era familiar, mas - da mesma forma - achei fantástico. Ela falava sobre trabalho voluntário, um gesto muito bonito que ainda é parte dos meus planos.
A frase veio à tona meio que repentinamente. Desde quando comecei a fazer revisão de textos, minha ideia sempre foi riscar o erro e, ao lado, colocar a correção. Como diziam alguns professores, era a melhor forma de lembrar o que estava incorreto e memorizar a forma certa.
É o que tenho feito... Porém, é comum ver repetição de erros e, você - no papel de revisor - tem de corrigir quantas vezes for necessário. O que percebi é que você pode simplificar o processo, apagando a incorreção e já deixar a forma correta no lugar. É prático, mas - em termos didáticos - não há validade alguma.
À primeira vista, pode ser que eu seja uma pessoa muito rígida, que se atém aos detalhes. Rígida até sou um pouco, é verdade. Apesar disso, afirmo com toda a sinceridade que tenho as melhores intenções e penso de fato em ajudar, ensinar e tornar o outro "independente". E, quando percebo que a pessoa entendeu e aprendeu uma determinada regra ou expressão, fico feliz em dobro, por ela e por mim.
A conclusão disso tudo é que faço minha parte, já que tenho um conhecimento mais aprofundado da língua portuguesa - com a devida humildade, claro. Às vezes, sofro um tanto, pois - automaticamente - muitos textos, fora do contexto de trabalho, começo a ler já com olhos de revisora, o que não é bom também.
E aí, dá uma dor no coração de saber que muitas pessoas não sabem escrever direito, seja por problema de grafia ou por falta de coesão (mas não vamos discutir essa questão agora).
No fim, descobri que ensinar pode ser mais gratificante e fantástico que parecia. Pois é, uma visita a uma amiga com filho pequeno me despertou isso. É incrível pensar que você tem esta habilidade de fazer alguém descobrir algo novo ou aprender o que antes era do mundo do desconhecido. Essa amiga até me perguntou se nunca tinha pensado em ser professora... agora, pelo menos, já tenho vontade e acho até que tenho jeito para isso. Quem sabe não terei o poder de transformar uma sociedade?
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Melhores '12
Venho quase nos 45 minutos do segundo tempo fazer uma lista dos melhores de 2012 que não deixa de ser um balanço do ano.
Separei em 13 categorias!
Separei em 13 categorias!
Melhor nova experiência
Massagem ayurvédica
Melhor reencontro
Festa Alemã - com o pessoal de colégio
Melhor destino de viagem
Praga
Melhor tipo de programa de TV
Dorama japonês
Melhor post do ano
"E viveram felizes para sempre..."
Maior descoberta
Dorama japonês
Melhor post do ano
"E viveram felizes para sempre..."
Maior descoberta
Sou descendente de quatro províncias japonesas e sou sansei-yonsei
Novo vício
Manicure
"Desafio" cumprido
Conheci três cabeleireiros diferentes
Meta cumprida
Publicar mais postagens no blog que em 2011
Evolução do ano (aparência)
Publicar mais postagens no blog que em 2011
Evolução do ano (aparência)
Mais interesse e maior investimento em roupas e maquiagem
Evolução do ano (profissional)
Mais segurança e novos aprendizados
Palavra do ano
Renovação
Refeição do ano
Hamburger e batata frita
Melhor do ano
Muitas reflexões
Palavra do ano
Renovação
Refeição do ano
Hamburger e batata frita
Melhor do ano
Muitas reflexões
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Hablas English? Parlez-vous Deutsch?
Sou amante dos idiomas e de estudá-los. Além de poder conhecer um pouco da cultura de cada país, considero que falar outras línguas expande meus horizontes e me torna mais independente para viajar mundo afora.
E, nesta busca quase incessante pelo aprendizado, praticamente me esqueço de que sou descendente de japoneses. Como sempre estudei com semelhantes (escola, curso de Inglês e Espanhol, e faculdade), não parei para pensar que eu era "diferente".
Comecei a reparar nisso quando voltei a estudar Alemão. É claro que há outros descendentes que frequentam a mesma escola que eu, mas uma colega achou curioso o fato de uma "japonesa" estar lá.
Na realidade, ela não foi a primeira pessoa a pensar isso. Minha dentista, que me conhece desde quando eu tinha quatro anos, sempre me falava algo como: "você é japonesa, fala Alemão e não fala Japonês?". Pois é, me formei em uma escola alemã e não tive muito contato com minhas raízes até a faculdade.
Agora, que terminei os cursos de Inglês e Espanhol, estou no nível intermediário de Alemão, decidi que queria me aproximar mais da cultura dos meus antepassados estudando Japonês. Ainda tenho vontade de estudar Italiano e Francês.
Será que depois de aprender todos esses idiomas já me contento?
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domingo, 21 de outubro de 2012
Conscientizar para reciclar
Há um bom tempo não falo sobre assuntos relacionados ao Meio Ambiente. Volto a tratar do tema por conta de alguns fatos que observei nos últimos dias.
Além da polêmica das sacolas plásticas, que passaram a ser cobradas nos supermercados para (tentar) incentivar alternativas mais sustentáveis e, depois, voltaram a ser distribuídas gratuitamente, existem muitas questões a serem debatidas.
Sim, somos totalmente dependentes do plástico. A cada compra que fazemos, as sacolas estão lá, disponíveis para você. Assim, as acumulamos e jogamos fora, no lixo comum. Pensando assim, esquecemos as embalagens e outros sacos plásticos que utilizamos no dia a dia que geram cada vez mais descarte.
Na época em que a lei municipal de São Paulo foi aprovada, cheguei à conclusão de que o importante não é abolir completamente o uso de sacolas de plástico, mas reduzir o volume de lixo gerado - inclusive papel (que ainda usamos muito, apesar de muitas coisas podermos fazer digitalmente) e derivados (caixas), vidro, isopor e embalgens em geral.
Não digo que devemos voltar a comprar leite em garrafas de vidro, mesmo que já existam iniciativas de abrir lojas que vendem produtos a granel. E cada um leva seus próprios potes.
Outro projeto que corre o risco de não funcionar é a instalação de contêiners de material reciclável, os PEVs (Pontos de Entrega Voluntária). Confesso que não tenho acompanhado as notícias relacionadas, mas - certo dia - "surgiram" desses perto de estações de metrô por onde passo. Fiz uma busca na Internet e a última matéria sobre o assunto foi publicada em junho. A reportagem informa que a implantação seria gradual, porém, a imprensa em geral não acompanha. O texto traz uma crítica em relação à educação ambiental inexistente, o que pode ser o motivo de a ideia não vingar.
Neste aspecto, concordo que as lideranças políticas não devem apenas incluir o tema na pauta das eleições, mas - de fato - começar a pensar na conscientização como ponto de partida.
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Ser criança
Volto a postar aqui depois de um tempo longe por um motivo bastante especial, o Dia das Crianças.
Já ouvi dizer que "nunca se deixa de ser criança" ou que "todos têm um lado criança". Talvez porque ser uma é bem legal. Você é bonitinha, impressiona os adultos e ainda tem um pouco da ingenuidade natural humana.
Suas preocupações são ir à escola, fazer trabalhinhos didáticos, brincar... explorar a casa, enfeitá-la com rabiscos na parede.
Deliciar-se com doces e risadas. Ter o abrigo no colo de seus pais.
Dormir, dormir e dormir. Dormir sem se preocupar.
Ser criança é e foi tão bom! Parece óbvio dizer, mas não é possível voltar atrás! Mesmo assim, muitas crianças estão se tornando adultas antes do tempo. Será que elas estão aproveitando a infância? Será que não haverá arrependimento depois?
Prefiro não querer encontrar culpados/responsáveis por isso, mas tenho algo mais a dizer.
Deixem que sejam crianças
Que riam
Que brinquem
Façam caretas e se divirtam com elas
Chorem
Até façam manha e briguem
Deixem que sejam crianças
Que gostem de doces
Que sorriam
Façam traquinagens
Levem bronca
Até aprendam o que não é certo
Deixem que sejam crianças
Que se lembrem de tudo isso
Adultas e felizes
Porque ser criança
É brincar, errar, aprender, explorar, rir
Eternas crianças
Para encerrar minha homenagem à data, posto uma música da banda alemã Echt, "Alles wird sich ändern" ("Tudo mudará", em tradução livre), que fala sobre a vida ser um papel em branco e convida a começar a escrever.
Minha frase favorita é "Alles wird sich ändern, wenn wir gross sind" ("Tudo mudará quando formos adultos").
domingo, 24 de junho de 2012
Curtas reflexões
Decidi publicar aqui as reflexões que postei no meu perfil do Twitter que tenho faz uns três anos. São versos curtos.
Espero que gostem!
Mulheres querem alguém para protegê-las. Homens querem alguém para cuidar deles.
Simples. Observar também é aprender.
O mundo girando, as pessoas passando, as coisas acontecendo e eu gerundiando...
A fúria do Leão encontra no Peixe o mar e, nas profundezas, poderá se afogar...
Maybe I wasn't, am not and won't be the person who I think I was, I am or will be...
Uiva o vento que vira vendaval...
Minhas palavras são sinceras, mas soam como um rugido, como queima o fogo e fere a lança...
O outro deve ser somente amado e não compreendido...
Vento de outono, prenúncio de inverno... (Até o frio me inspira!)
Just keep smiling... ;)
Não se preocupe tanto em secar suas lágrimas, mas, sim, em evitar que elas caiam.
Jornalismo é mais que escrever. É comunicar, educar, informar, discutir, criticar, denunciar, divulgar, mudar!
Ao se rascunhar, se espanta a crise de inspiração!
A vida traz muitas surpresas...
Espero que gostem!
Mulheres querem alguém para protegê-las. Homens querem alguém para cuidar deles.
Simples. Observar também é aprender.
O mundo girando, as pessoas passando, as coisas acontecendo e eu gerundiando...
A fúria do Leão encontra no Peixe o mar e, nas profundezas, poderá se afogar...
Maybe I wasn't, am not and won't be the person who I think I was, I am or will be...
Uiva o vento que vira vendaval...
Minhas palavras são sinceras, mas soam como um rugido, como queima o fogo e fere a lança...
O outro deve ser somente amado e não compreendido...
Vento de outono, prenúncio de inverno... (Até o frio me inspira!)
Just keep smiling... ;)
Não se preocupe tanto em secar suas lágrimas, mas, sim, em evitar que elas caiam.
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