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sábado, 5 de abril de 2014

6 de abril, Dia Mundial da Atividade Física

No dia 6 de abril, a Organização Mundial da Sáude comemora o Dia Mundial da Atividade Física. Em homenagem à data e a algumas coisas que venho observando, segue uma lista de dicas de saúde.

Note que não sou especialista no assunto, apenas listo algumas pequenas coisas que podem ser feitas no dia a dia, mas que podem mudar a vida para melhor.

Atividade física

- Pratique um esporte ou faça regularmente alguma atividade física, três vezes por semana, durante 45 minutos (corrida, esteira, bike, pilates ou até mesmo dança!). Lembre-se de se alongar ao terminar.
- Se não for possível, se fizer uma atividade de 15 minutos todos os dias já ajuda
- Sempre que possível, faça caminhadas - mesmo curtas - e suba as escadas fixas
- O exercício aeróbico queima gorduras, além de desestressar e aumentar a disposição
- Uma atividade física moderada e regular melhora a capacidade cardíaca

Alimentação

- Não pule o café da manhã ou qualquer outra refeição
- Evite comer lanches, salgados e frituras no almoço
- Inclua frutas, legumes, verduras e peixe (evite carne vermelha) em sua dieta
- Faça um prato com alimentos variados e coloridos. Quanto mais colorido, mais saudável.
- Evite bebidas durante as refeições
- Evite refrigerantes, prefira sucos ou água
- Evite doces na parte da noite
- Evite colocar muito sal na comida e muito açúcar nas bebidas
- Beba 2 litros de água por dia

Descanso

- Durma, pelo menos, um período de 6h por noite
- Se estiver cansado, descanse ou faça um exercício leve
- Descansar também é cuidar da saúde!

Espero que esta lista tenha ajudado! ;)

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Quando era atleta... - Parte 3

Mais uma vez, volto ao assunto! Desta vez, falo do que "aprendi" e tenho ouvido por aí...

Nos últimos dias, me disseram algo como: "E você precisa de academia?". Estou firme e forte com o compromisso de fazer esteira ou bicicleta duas ou três vezes por semana. E este é só o começo, porque pretendo começar musculação no futuro também.

A questão é que todos precisam praticar algum exercício físico.
Vou (tentar) contar todo o histórico brevemente.

Na época da escola, os estudantes são meio que obrigados a frequentar as aulas de Educação Física. Mas, por outro lado, se gostam de uma modalidade esportiva em especial, podem fazer treinos extracurriculares. Os jovens, então, são incentivados a praticar esportes e, portanto, são relativamente saudáveis.

Porém, depois, quando se começa a faculdade, a vida se desorganiza um tanto. Alguns tornam o bar a segunda casa, outros querem sair e, no fim, são poucos que se preocupam em incluir uma atividade física na rotina. O dia a dia é ainda mais corrido quando se tem de sair às pressas da aula para o estágio e fazer o famigerado TCC.

Já formada, a pessoa pode - teoricamente - encaixar um curso de idioma ou pós-graduação, academia, voluntariado e o que mais quiser no tempo livre. Aí, a vida pode se tornar um quebra-cabeça solucionado ou ser dedicada apenas ao trabalho, ócio e lazer, entre outras opções.

Assim surge o sedentarismo - e umas gordurinhas indesejadas. Além do peso na consciência que aparece quando nos deleitamos com frituras e doces.

Foi por esse motivo que eu, enfim, decidi - ao menos - andar na esteira. Na realidade, era o que imaginei como solução para o estresse também. Sei que a quantidade de exercício que faço hoje não é suficiente para me considerar "saudável", porque falta a parte do fortalecimento dos músculos. Mas já é um grande passo e, mesmo sendo pouco, já é o bastante para me sentir bem e perceber que teve um certo resultado.

Estou dentro da faixa de peso adequado para minha estatura. Porém, fazer academia não significa querer emagrecer, que parece ser a primeira analogia que as pessoas fazem. Muitos fazem por vaidade, milhares de outros fazem pela saúde e bem-estar, como eu. E, claro, várias fazem para ficar em forma. É importante frisar que ainda existem aqueles que praticam exercícios para manter a forma e poder comer sem tanta culpa - e energia em excesso acumulada no corpo.

 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Quando era atleta... - Parte 2

No post anterior, comentei sobre minha "trajetória esportiva", mas acabei não citando outras modalidades.

Com uns dez anos, pulava corda - além de brincar de elástico, pega-pega, barra manteiga, entre outros - nos intervalos das aulas (os famosos "recreios") na escola e também "plantava bananeira" e "dava estrela" (até conseguia usar uma mão só!). Andar de perna de pau já era mais complexo. Não que sejam esportes, porém, me exercitava mais.

Numa época, eu era chamada de "cestinha", apesar da minha altura. Não era tão ágil ou roubava a bola, ficava estrategicamente posicionada - e preparada - no garrafão à espera do passe e, enfim, do apito validando a cesta. Cheguei a marcar vários pontos.

O que também não era muito favorecido por ser baixinha era o vôlei. Assim como o basquete, era uma atividade que me agradava praticar. Para mim, a rede era alta e sempre será e, por isso, preferia ficar mais no fundo da quadra. De lá, pelo menos, podia pegar as bolas fazendo "manchete". Além disso, era nos saques que tinha a oportunidade de contribuir para a vitória de minha equipe. Posso dizer que ajudei um pouco, sim.

Um fato que me surpreendeu quando lembrei foi uma quase obsessão adolescente de fazer ginástica. Abdominais, exercícios para os braços, etc. Mas o treino era interrompido depois de uma semana, porque não tinha paciência para repetir as mesmas coisas. Já hoje sei que não gosto de academia por conta disso.

Agora, queimar calorias se traduz em fazer - moderadamente - esteira ou bicicleta. Até me espanto com a determinação que tenho agora. Deve ser porque pretendo atingir o objetivo que estabeleci para este ano. De qualquer forma, percebi que atividade física é importante para a saúde, não apenas para emagrecer, para se sentir bem. Ainda não afirmo que voltarei à vida de atleta...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Quando era atleta...

Quando se é criança, os pais e a escola incentivam a prática de esportes e atividades físicas. No meu caso, tudo começou com a natação. Eu e os outros pequenos aprendíamos a nadar diversos estilos e sempre havia um dia reservado para brincar com boias, tapetes e outros objetos divertidos.

Cheguei a disputar, quando tinha uns 8 anos, um campeonato contra coleguinhas da própria escola. A prova contava com três participantes, cada um pulava de uma raia. Dada a largada, apressei-me para alcançar a vitória. Até o primeiro terço do trajeto, estava tranquila, pois tinha vantagem. Porém, inesperadamente, minha touca saiu e começou a boiar na água. Tentei nadar assim mesmo, mas - como meu cabelo estava solto e comprido - não conseguia enxergar nada à frente. O tempo parou.

Lembro até hoje. Bateu um desespero, uma pressão. Não havia torcida, mas havia espectadores. Logo coloquei a touca de volta ao lugar e voltei à disputa. Pena que tenha me classificado na segunda posição. Ainda que foi possível não ser a última!

Depois, o futebol

Cresci e participei de algum campeonato de queimada. Tenho certeza, porque ganhei uma medalha. Aliás, gostava bastante e quase sempre eu era queimada só no final do jogo. Mas falemos do futebol, esporte preferido dos brasileiros. Comecei a jogar nas aulas de Educação Física e passei a gostar. Quase me matriculei numa escola de futebol para fazer treinamento, não sei se profissional. Tinha uns 12 anos.

Engraçado que minhas colegas de sala também curtiam jogar bola. Acho que por isso que nosso time ficou forte e, apesar de eu ter ficado na zaga, praticamente assistindo à final de camarote, conseguimos ouro! (A escola onde estudava era bem pequena, mas não vamos tirar o mérito das medalhas conquistadas, né?)

Para fechar minha marcante fase futebolística, em uma das aulas, incorporei a inspiração para o esporte como arte. Fiz dois gols, dignos de registro em vídeo. Um marquei chutando a bola direto quando a recebi. Já no outro, matei a bola na coxa e bati de primeira! Golaço!

Às quadras com o handebol

A paixão por esporte aumentou quando conheci o handebol, com uns 13 anos. Se fosse para escolher qual modalidade jogar, a resposta era "hand" (leia-se "rêndi"). Não me destacava como uma das melhores e nem era ruim, jogava razoavelmente, na maioria das vezes na ponta.

Para aprimorar, fiz um treinamento semanal na própria escola. Me animava sempre e, quando chovia, não treinávamos, porque a quadra era descoberta. Parecia zica, sei lá. A semana inteira era de sol. Chegava quinta, chovia.

Fui inscrita num campeonato interescolas, como reserva. Fiquei com tanto medo das adversárias avantajadas que, quando o treinador me chamou, nem entrei em campo. Sinceramente acho que o jogo foi ganho na base da força, não da habilidade. De qualquer forma, valeu a (não) experiência.

Quando deixei de ser atleta

Abandonei os esportes ao terminar o colegial. No more aulas de Educação Física, no more exercícios. Existiu e existe uma atividade ou outra esporadicamente, nada comparado à época de colégio. No cursinho, estuda-se muito; na faculdade, faz-se trabalho demais. Agora, trabalha-se, estuda-se e um pouco mais.

Mesmo que não tenha sido de grandes proporções, me orgulho de minhas vitórias. Na verdade, parece que não foi real. Afinal, hoje, os exercícios são raros. As memórias ficam guardadas na lembrança e têm mais chances de continuarem aí.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Uns cem graminhas

Um dia, quando eu já era gente - não lembro minha idade - estava passeando por um daqueles mercadinhos de guloseimas, maravilhada como qualquer criança. Quis levar algumas balas e era preciso pesá-las na balança.


Cheguei perto do balcão e perguntei quanto pesava, imaginando que a atendente fosse colocar as balas na balança. Mas não. E a resposta foi rápida: "uns cem graminhas". Fiquei, então, impressionada com a forte intuição da moça e saí feliz com meus cem gramas de balinhas.


Só para fazer um parêntesis... Hoje, relembro desta história e fico feliz em saber que a tal da moça falou da forma correta. "Grama", quando se trata de medida de peso, é masculino.


Para quem não está habituado a pesar coisas, dizer gramas é vago. Ou até mesmo meio quilo. Como precisar um quilo para depois explicar o quanto vale a metade?


Vamos a um exemplo real. Trezentos gramas de comida é pouco, o suficiente ou muito? Para mim é o suficiente, mas - na realidade - depende. E emagrecer trezentos gramas é pouco, suficiente ou bom? Também depende. Mas a questão é: qual é a quantidade? Mesmo com analogias continua sendo uma medida vaga. Neste caso, talvez o termo "emagrecer" não seja o mais adequado. Poderia-se dizer "estar com trezentos gramas a menos" ou "estar trezentos gramas mais magro".


Ouvi do médico: "você emagreceu trezentos gramas". Na hora, não sabia o que pensar. Se era bom ou regular. O quanto o corpo "desincha". De onde a gordura some. Tive vontade de perguntar tudo o que me veio à cabeça. Saí do consultório intrigada.


Naquela época das balinhas, não sabia o quanto era cem gramas, mas fiquei feliz. Hoje, "emagreci" trezentos e fiquei perdida. Como resolver? Comparar a três vezes o peso do saquinho de balas? Imaginar que é menos de meio quilo? Pensar que equivale a um prato de comida? Soa estranho em qualquer uma das situações...