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sábado, 20 de setembro de 2014

Vida de madame

Depois que comecei a fazer unhas no salão, experimentar massagem, etc, acho que teria uma vida de madame sem problemas. Mesmo.

Ser mulherzinha não é fácil, mas é ótimo. Até me viro na hora da manicure, mas nada se compara quando faço no salão. É uma terapia... e em meia hora fica pronto! É uma coisa simples, até meio boba, mas eu gosto bastante!

Massagem é uma coisa que se você faz uma vez, vicia. Quer fazer sempre. Só que o preço é o que acaba te impedindo, porque cada sessão não sai por menos de R$ 100. E existe uma variedade que dá vontade de experimentar todas! É tão relaxante que até dá sono.

Outra coisa que se pudesse, faria, é que lavassem meu cabelo. Quando decido lavar no salão, aquela massageada é boa demais. E o shampoo geralmente é milagroso e cheiroso.

Pois é, meu sonho de mulherzinha é ter cabelo de celebridade. Lindo, sedoso, hidratado, sem fios arrepiados, penteado...

Juntando tudo isso, esta, sim, seria uma boa vida de madame!


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sábado, 15 de março de 2014

Ser mulherzinha

Ser mulherzinha não é fácil - nem barato (!). O sexo feminino tem uma de itens para fazer todas as semanas. Preocupação com cabelo, pele, pelos, maquiagem, manicure e pedicure!

Em teoria, o cabelo precisa de hidratação semanal ou quinzenal. Além do cuidado diário de manter as madeixas limpas, bonitas e protegidas do sol.

A pele, principalmente se for seca, requer hidratação e proteção diária. É necessário, pelo menos, aplicar o bloqueador solar todos os santos dias, mesmo se o tempo estiver nublado. O ideal é fazer esfoliação uma vez por semana.

Outra preocupação são os pelos. Depila aqui, depilá lá, usa cera aqui, lâmina lá, encrava pelo, mancha a pele, dói. Esta parte é bem chata, ainda mais no verão.

Para ficar bonita, a mulherzinha cuida das unhas. Cortar, lixar, hidratar, tirar a cutícula, esmaltar - e deixá-las respirar também! Para as mãos, o trabalho é semanal e, para os pés, quinzenal. Se forem feitas em casa, é preciso prática e tempo livre, porém, a economia mensal fica - no mínimo - cerca de R$ 100. Com o treino, as habilidades são aperfeiçoadas e mesmo o malabarismo para tratar os pés torna-se cada vez menos complicado.

As unhas em conjunto com a maquiagem e os acessórios formam um trio poderoso. Se fico sem um destes itens, sinto-me "nua", que falta algo. Estranha sensação de mulher. Para caprichar, vão primer, corretivo, base, pó, sombra, delineador, rímel, blush, batom. Uns 20 minutos só para completar o visual. Pronto! Haja tempo e produtos!

Não é só isso. As mulheres ainda se preocupam com o que escondem debaixo da roupa. Celulite e estrias. Mais uns cremes de aplicação diária e está resolvido.

Ufa! Até cansei só de pensar em tudo isso e escrever!

Além disso, confesso que sou mais prática e até bastante preguiçosa, pouco habilidosa - mal consigo fazer escova no cabelo ou usar a chapinha. Quando descobri o famigerado BB Cream, achei simplesmente genial. Várias etapas são resumidas em uma única aplicação!

De qualquer forma, dá muito trabalho seguir esta imensa lista. Tudo para as mulheres se sentirem bem consigo mesmas e até causar uma inveja alheia. Mas não sei se tenho mérito para ser considerada uma mulherzinha digna.

terça-feira, 4 de março de 2014

Novinha, mas nem tanto - Parte 2

Mais um aniversário se aproxima e as histórias se acumulam.

Começo de ano, começo de cursos e pessoas novas. E, na socialização, sempre surge a pergunta da idade. Quase ninguém consegue chegar próximo e a reação quando sabem quantas primaveras já vivi é a mesma: de grande surpresa.

Em um almoço, muitos pensaram que eu tinha 22 anos. Até quiseram ser simpáticos comigo e disseram que eu teria 19 anos. E, quando - enfim - desistem, digo quantos aniversários já completei e, na sequência, observo o impacto (risos).

Antes, até me incomodava o fato de as pessoas me acharem muito nova. Até continua sendo um pouco ruim profissionalmente, pois é mais trabalhoso provar o conhecimento e a credibilidade. Porém, de uns tempos para cá, encontrei uma forma de me divertir com isto: fazer com que as pessoas tentem adivinhar minha idade.

Chega a ser engraçado, porque - como geralmente ocorre com desconhecidos - a avaliação é feita pela aparência, que - no meu caso - engana, já que meus genes orientais me deram este "dom" de parecer mais jovem. E as pessoas começam a chutar, pois não têm outras referências para ajudá-las.

E, realmente, começo a pensar que será bom não aparentar ter 40 anos, mas com a condição de que continue saudável. De qualquer forma, vou manter o chá verde (um poderoso rejuvenescedor natural que adoro) em minha dieta...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

De véu e grinalda

Tenho duas amigas que namoram há 7 anos. Uma mora junto com o "agregado" há uns 3 anos. A outra comprou apartamento e está planejando se casar em breve. Tenho também outra amiga que pensa em morar junto com o namorado logo, logo. E outra que mudou de cidade - e de vida - tendo um filho.

Falando sinceramente, acho que estou ficando "velha". Se minhas amigas estão chegando a essa fase - adulta - quer dizer que também estou, digamos, "amadurecendo". Outra vez, parecia um tempo distante, mas - enfim - estou vivendo tudo isso. Confesso que acho estranho a ponto de mal acreditar.

Lembro que quando era criança existia uma brincadeira em que pensávamos a idade com que casaríamos, nomes de três possíveis pretendentes e três possíveis cidades para a lua-de-mel, além de se ter a sorte de saber o número de filhos e a riqueza (de rica a trilionária).

Pois é. A realidade de pessoas na faixa de 20 e tantos anos, para mim, era uma brincadeira. Hoje já penso nestes "detalhes", pois devo fazer planos para os próximos anos. Fico até um pouco assustada em pensar que essas realizações são mais iminentes do que poderia imaginar.

Só agora me dei conta de que já pequena pensava em casamento. O vestido perfeito, véu, grinalda, buquê, igreja, marido, casa, filhos, trabalho. O tradicional.

Mas tudo parece tão rápido! A faculdade ficou um ano e meio atrás, a experiência de trabalho ainda está no início, minha idade ainda pode ser considerada da faixa etária jovem... precipitação ou normalidade?

O melhor que se tem a fazer é desejar e (tentar) planejar. Muitas vezes o que projetamos para o futuro não se concretiza, mas devemos fazer acontecer. E, se não der certo, fiquemos - nós, mulheres ansiosas - tranquilas, pois com certeza chegará a hora de estar de véu e grinalda.

domingo, 17 de maio de 2009

Pra dizer que não falei das flores

Coloridas, grandes, pequenas, arredondadas, murchas, abrindo, secas. Flores. Elas estão em jardins, varandas, janelas, letras de música, poesias, arte, presentes, fotos...

Com nomes e tipos diferentes, seu significado também varia... amor, felicitações, morte. Mas como elas, as flores, podem significar coisas tão contraditórias? Início e fim?

Apesar de ter tão fortes representações, as flores foram deixadas um pouco de lado. Meio esquecidas. Poucas vezes vejo mulheres sendo presenteadas com um arranjo ou ramalhete. Para mim, este é um presente simples, mas que pode dizer muito. Mais do que se imagina. Em alguns casos, até dispensa palavras.

As flores agradam, fascinam e emocionam com sua beleza, mesmo tendo seus espinhos. E por isso continuarão sendo tão citadas e cultivadas.

A seguir, um trecho da música "Flores" (composição de Tony Bellotto, Sérgio Britto, Charles Gavin e Paulo Miklos) que reflete sobre emoção e, claro, flores.


Olhei até ficar cansado
De ver os meus olhos no espelho
Chorei por ter despedaçado
As flores que estão no canteiro

Os punhos e os pulsos cortados
E o resto do meu corpo inteiro
Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo

A dor vai curar essas lástimas
O soro tem gosto de lágrimas
As flores têm cheiro de morte
A dor vai fechar esses cortes
Flores
Flores
As flores de plástico não morrem

"Flores", Titãs


*Obs.: a foto é de minha autoria e o título do post é o nome de uma música do compositor Geraldo Vandré


segunda-feira, 9 de março de 2009

Elas

Em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, venho falar um pouco delas.

A profundidade da sensibilidade feminina é algo que os homens nunca terão. Talvez não porque sejam incapazes, mas porque as mulheres pensam com o coração. Às vezes, razão não existe.

A TPM também continuará sendo um mistério para o mundo dos representantes do sexo masculino. Eles até sabem que essa sigla - que, na verdade, significa muito mais que apenas três letras ou uma definição - existe. Porém, não a percebem e, portanto, não a entendem.

Acho que fingem que entendem. Ou simplesmente ficam com raiva por conta da montanha-russa em que se transforma o nosso humor. Sofrimento incompreendido.

E qual o problema de gostar de fazer compras? Da cor rosa e de salto? Ou de muito chocolate? Ou de músicas e filmes melosos de vez em quando?

Chorar não significa fragilidade ou até mesmo fraqueza. Apenas é um meio de as mulheres expressarem os sentimentos abertamente, sejam eles de paixão, alegria, tristeza ou raiva.

Todas e qualquer uma dessas características fazem da mulher um ser único. Todas as mulheres são diferentes umas das outras, mas todas têm algo em comum, que é figurar o ser feminino. Para entender de verdade, somente sendo uma delas...

Se eles fossem mulheres...


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sábado, 1 de novembro de 2008

Mulheres

Depois de um bom tempo sem postar nada, finalmente vou atualizar o blog. Já pensei em várias coisas legais para publicar aqui, mas neste fim de faculdade está uma correria.

Bom, o texto que segue é uma crônica que escrevi em aula. Mostro que as mulheres passaram (e continuam passando) por um processo de luta por direitos iguais aos dos homens.

Aproveito para dedicar essa crônica para minha querida amiga são tomense, Carllile, que saiu do país natal para estudar aqui. Tenho certeza de que ela será uma ótima jornalista!


Mulheres no poder
Mulheres são poderosas. É isso mesmo. Não porque elas têm o papel de prefeita, Secretária de Estado, vice-presidente, primeira-dama, mãe, filha, avó, amiga, inimiga ou seja lá o que for. Explico por que.
Desde o período das cavernas, o homem já sabia que a mulher era mais forte e, por isso, puxava os cabelos dela para mostrar quem mandava. Por muito tempo, foi considerada frágil, inferior e sem direitos. Era só um objeto e nada mais: lavava, passava, cozinhava, paparicava, cuidava dos filhos, ficava em casa e não estudava, não trabalhava e nem votava.
Por outro lado, a mulher causava dor e sofrimento para os poetas e escritores. Ou se transformava na deusa inspiradora que dava razão de viver a esses pobres homens. Não estou afirmando que elas, poetisas, não foram “vítimas” do amor traiçoeiro. Mas essas foram e continuam sendo grandes mulheres: mostraram a sensibilidade feminina e, ao mesmo tempo, se revelaram capazes de superar dor que viesse.
Apesar de ainda existir um pensamento muito machista da época da “mulher-perfeita-dona-de-casa”, as coisas mudaram, felizmente. Aos poucos, elas foram conquistando seus direitos. Direito de estudar, trabalhar, votar... Hoje, tudo isso é comum. Comum é até a presença de mulheres nos governos.
E não é só. Elas têm o poder, porque são mãe, filha e amiga ao mesmo tempo. Sonhadoras, têm a coragem de batalhar pelos sonhos e desejos, mesmo que os mais diversos obstáculos apareçam pela frente. Rockeiras ou não, as mulheres mostram que têm atitude e que devem ter os mesmos direitos que os homens.
Assim canta Cássia Eller na música “1º de julho”, escrita por Renato Russo:

“Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher
Sou minha mãe e minha filha,
Minha irmã, minha menina
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser
Sou Deus, tua deusa, meu amor”