quinta-feira, 7 de junho de 2012

Quando era atleta... - Parte 3

Mais uma vez, volto ao assunto! Desta vez, falo do que "aprendi" e tenho ouvido por aí...

Nos últimos dias, me disseram algo como: "E você precisa de academia?". Estou firme e forte com o compromisso de fazer esteira ou bicicleta duas ou três vezes por semana. E este é só o começo, porque pretendo começar musculação no futuro também.

A questão é que todos precisam praticar algum exercício físico.
Vou (tentar) contar todo o histórico brevemente.

Na época da escola, os estudantes são meio que obrigados a frequentar as aulas de Educação Física. Mas, por outro lado, se gostam de uma modalidade esportiva em especial, podem fazer treinos extracurriculares. Os jovens, então, são incentivados a praticar esportes e, portanto, são relativamente saudáveis.

Porém, depois, quando se começa a faculdade, a vida se desorganiza um tanto. Alguns tornam o bar a segunda casa, outros querem sair e, no fim, são poucos que se preocupam em incluir uma atividade física na rotina. O dia a dia é ainda mais corrido quando se tem de sair às pressas da aula para o estágio e fazer o famigerado TCC.

Já formada, a pessoa pode - teoricamente - encaixar um curso de idioma ou pós-graduação, academia, voluntariado e o que mais quiser no tempo livre. Aí, a vida pode se tornar um quebra-cabeça solucionado ou ser dedicada apenas ao trabalho, ócio e lazer, entre outras opções.

Assim surge o sedentarismo - e umas gordurinhas indesejadas. Além do peso na consciência que aparece quando nos deleitamos com frituras e doces.

Foi por esse motivo que eu, enfim, decidi - ao menos - andar na esteira. Na realidade, era o que imaginei como solução para o estresse também. Sei que a quantidade de exercício que faço hoje não é suficiente para me considerar "saudável", porque falta a parte do fortalecimento dos músculos. Mas já é um grande passo e, mesmo sendo pouco, já é o bastante para me sentir bem e perceber que teve um certo resultado.

Estou dentro da faixa de peso adequado para minha estatura. Porém, fazer academia não significa querer emagrecer, que parece ser a primeira analogia que as pessoas fazem. Muitos fazem por vaidade, milhares de outros fazem pela saúde e bem-estar, como eu. E, claro, várias fazem para ficar em forma. É importante frisar que ainda existem aqueles que praticam exercícios para manter a forma e poder comer sem tanta culpa - e energia em excesso acumulada no corpo.

 

domingo, 27 de maio de 2012

E viveram felizes para sempre...

É assim que terminam contos de fada, a mocinha/princesa encontra seu príncipe encantado e se casa com ele, garantindo um futuro feliz. No mundo real, não é exatamente isso que acontece, pois para se chegar até aí existe um longo e tortuoso caminho. E não falo apenas sobre casamento, mas sobre a vida "de gente grande" também.

Parei para pensar sobre a vida adulta que tenho pela frente por causa do mês de maio, o Mês das Noivas. Tudo começou com o assunto "casar". Por conta da data, somos bombardeados com notícias e informações diversas relacionadas ao tema - que são publicados já no final de abril.

Dividir a vida - a casa, as contas e o estresse - com outra pessoa faz parte dos meus planos. Até há pouco tempo, meu sonho era consolidar a união na igreja, de véu, grinalda e todo o resto. Mas como as ideias têm mudado muito, pode ser que não chegue a ser levada ao altar, talvez apenas escolha morar junto, por exemplo. Não sei, parece que cada vez mais fica mais complicado fazer planos para médio e longo prazo.

Outro ponto importante, principalmente para o currículo, é cursar pós-graduação. Muitos recém-formados já emendam a pós e deixam veteranos para trás. A questão é que - por se tratar de um grande investimento - deve ser bem avaliado e escolhido.

Crescer também significa se tornar mais independente e adquirir bens materiais, como um carro e/ou um apartamento. O carro, imagino, me dará (certa) liberdade e conforto para algumas situações, como sair à noite e de fim de semana. Já um imóvel, se não for para realizar "o sonho da casa própria", é um ótimo negócio de qualquer forma.

Falando nisso, a ideia de morar sozinha, "sair de casa", também me veio à cabeça. Talvez mais por questões de convivência. Porém, esta é uma experiência interessante, pois você aprende "a se virar".

Além de estabelecer as prioridades, não se pode esquecer dos sonhos. De viajar pelo mundo, publicar um livro, estudar todos os idiomas que desejo conhecer... E a primeira coisa a se fazer é controlar a ansiedade, respirar fundo, pensar, repensar, consultar outras pessoas, planejar e ir em frente.