segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Clima de fim de ano

Imagem: Divulgação
Eis que damos as boas-vindas ao último mês do ano. Olá, dezembro! Período tradicionalmente de férias, recesso coletivo no trabalho, confraternizações, comemorações... e alegria.

Um tempo para relaxar, aproveitar, viajar. Após meses e meses, os estudantes têm suas desejadas férias. Eles dão também uma folga para os professores, pilhas de xerox, livros...

Já no ambiente de trabalho, os "batalhadores" - em geral - pedem por um tempo para respirar e esperam-no com ansiedade. Durante as Festas, desfrutam do chamado "recesso coletivo" ou "férias coletivas" (termo menos apropriado que o anterior).

Mas, antes disso, essas mesmas pessoas reúnem-se na confraternização corporativa com seus co-workers. É hora de comemorar o fim de ano, os resultados, socializar. "Festejar com moderação".

Confraternização entre amigos é promover um encontro ou uma reunião. Num restaurante ou bar, na casa de alguém, com direito a churrasco... Vale lembrar que a época torna-se um grande motivo ou pretexto para reencontrar amigos demasiadamente ocupados durante os 11 meses passados. Ou apenas mais outra razão para revê-los.

No fim, todos esses seres humanos têm uma emoção em comum. A alegria. Não se deve só ao descanso almejado ou a benefícios financeiros, mas também pela expectativa criada para o próximo ano. A esperança prevalece. É bom ter pensamentos positivos (sempre).

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Por que sentimos medo?

Foto: Divulgação
Você já parou para se perguntar por que se tem medo de escuro, de uma pessoa brava, de arriscar... e de medo de ter medo? E não são só as crianças que têm esse sentimento.

Quando viramos gente, passamos pelo estágio inicial do medo: o de ficar no escuro. Nossa mente cria vida a monstros debaixo da cama ou dentro do armário. Ou mesmo em qualquer lugar do quarto ou da imaginação. Medo primitivo.

Cada um tem sua bagagem de vivências e uma dose de falta de, digamos, "coragem". Posso dizer que parte deste medo resulta da ausência de experiência. Alguém poderá hesitar em começar ou fazer algo com que não tem familiaridade. Sem conhecimento, existem diversos obstáculos, além da possibilidade de as coisas darem errado e, no fim, o objetivo não ser alcançado.

É verdade que "quem não arrisca não petisca"? Você se arrisca e aposta uma corrida? Aposta uma caixa de cerveja por conta do resultado do jogo de futebol? Aposta na loteria? Aposta na sorte, na fé ou na esperança? E apostar na boa vontade ou solidariedade do próximo, você se arrisca? Apelar para os extremos é arriscado (desculpe o trocadilho!). Não arriscar pode significar perder oportunidades. Arriscar sempre é querer se aventurar.

Quem tem medo de sentir medo provavelmente é ansioso. Mal espera o medo chegar e já fica nervoso. Ou é orgulhoso, não quer demonstrar uma "fraqueza". Não queremos parecer despreparados para a vida. Não queremos nos sentir inferiores. Não queremos nos sentir desconfortáveis. Sentimos medo do desconhecido. O outro lado, o novo.

Uma pessoa rígida, com cara de brava, te dá medo? A resposta: "claro que sim!" Só por ela parecer ser assim? Não deveria ser motivo suficiente. O que descobri é que muitas vezes imaginamos situações que não vão acontecer e, por isso, acabamos estagnados, não avançamos ou evoluímos.

Atire a primeira pedra quem garante não sentir medo de absolutamente nada. Nadinha. Sentir medo não é bom, saudável, desafiador, legal, confortável, etc. Mas... é comum. Precisamos aprender a aceitar críticas, desaprovações e até insucessos. C'est la vie! O medo faz parte da natureza humana - em doses homeopáticas.